quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Estado do Rio cria cota pra bandido em empresas contratadas

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RIO — Depois das cotas para negros, índios e portadores de deficiência nos concursos públicos, o governo estadual decidiu adotá-las também para ex-detentos, em empresas contratadas. Um projeto de lei sancionado na segunda-feira pelo governador Sérgio Cabral torna obrigatória, nas empresas que prestam serviços ao estado, a reserva de 5% das vagas para egressos do sistema prisional e também presos que estejam cumprindo medida socioeducativa (menores).

A nova lei substitui uma de 2002, que determinava que os contratos assinados com o estado deveriam incluir uma cláusula prevendo 10% das vagas para os egressos. Mas, segundo o deputado Gilberto Palmares (PT), autor na nova lei juntamente com o deputado Wagner Montes (PSD), a medida nunca foi adiante porque dependia de regulamentação do Executivo.

— Como era preciso haver regulamentação, a lei não andou. Essa nova lei torna automaticamente obrigatória a reserva de 5% das vagas de empregos em todas as empresas. Não precisa mais de regulamentação para ser incluída num contrato — disse Palmares, acrescentando que o percentual caiu de 10% para 5% por conta da negociação para aprovar a proposta na Alerj.

Detentos já trabalham para a Cedae

No ano passado, o governo baixou um decreto que reserva 20% das vagas para negros e índios nos concursos públicos para órgãos do Executivo e entidades de administração do estado. Para o advogado Hermano Cabernite, especialista em administração pública e direito civil, dificilmente a nova regra poderá ser contestada no Judiciário pelas empresas. Atualmente, cerca de 300 detentos trabalham para a Cedae, fazendo a recuperação de áreas verdes degradadas e a confecção de uniformes. O Rio tem cerca de 31 mil presos em 49 unidades prisionais.

— A legislação permite que a administração pública imponha condições para contratar. Além disso, há precedentes, como a lei que obriga as empresas a contratarem portadores de deficiência física. Essa lei já foi apreciada pelos tribunais e foi considerada constitucional — diz Cabernite.

A pesquisadora Julita Lemgruber, do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (Cesec), da Universidade Candido Mendes, considerou positiva a medida. Ela acrescentou que a regra pode ajudar a evitar o que hoje já ocorre em outros estados, como São Paulo.

— Já há notícias na imprensa de que a principal facção criminosa de São Paulo dá armas e até empréstimos a ex-detentos. O objetivo aí é muito claro: querem manter o ex-detento no crime. Por isso, a medida no Rio é importante. É uma forma que o estado tem de cumprir a ressocialização dos egressos do sistema prisional — afirmou Julita. (*)

(*) Tanto a primeira lei (Lei nº 3.940/2002), quanto esta última (Lei nº 6.346/2012) são medidas afrontosas à sociedade.  Muitas são as pessoas que não têm o privilégio de obter um emprego formal e que nunca estiveram envolvidas com o mundo do crime, o que jamais justificaria que tais privilégios odiosos fossem outorgados a bandidos.  Se todos merecem uma segunda chance, podemos crer, isso não deve se dar através de um "altruísmo forçado", mas brotar de uma compaixão genuína do coração de eventuais empresários fluminenses.  O Estado não deve invasivamente impor políticas de contratação ao empresariado, esvaziando o conteúdo dos princípios constitucionais da livre iniciativa e da liberdade concorrencial.  Muito mais ainda em atividade que requer confiança mútua, qual seja: a relação empregador-empregado.  Diga-se mais.  É um delírio essas leis anti-preconceito e anti-discriminação buscarem expurgar todo e qualquer preconceito ou discriminação, ainda que se assentem em critérios razoáveis.  Quem se arriscaria a contratar um ex-ladrão para trabalhar no setor de tesouraria?  Pois bem, se a própria Lei Federal 8.112/90 não permite o retorno ao serviço público de servidores condenados por lesão ao erário, por que tais ações seriam aceitáveis no contexto da iniciativa privada? Tais políticas, outrossim, causam impactos diretos sobre a produtividade e as economias regional e nacional, que certamente serão negativos.  Uma tal ingerência torna-se ainda mais perniciosa considerando o alto percentual de reincidência em nosso país, que chega a 70%.  No contexto de uma duvidosa constitucionalidade material, vislumbra-se também a inconstitucionalidade formal, já que tal lei deveria ser de iniciativa do Poder Executivo, e não do Legislativo, consoante o art. 145, VI da Constituição do Estado do Rio de Janeiro. Há uma mentalidade enganosa e torpe, de viés esquerdista, de que a pessoa migra para o crime devido à falta de emprego, ou que o crime tenha uma raiz social.  Nunca consideram certas lacunas ou desvios morais e religiosos no contexto da criminalidade.  Desta forma, além de tais ações servirem como estímulos à delinqüência, já que bandidos terão vagas garantidas entre empresas contratantes com o Poder Público estadual, são de marcada injustiça por prestarem-se a favorecer criminosos num país onde o emprego formal é um privilégio de poucos entre os mais pobres. Em resumo, estamos num país onde os culpados são tratados como vítimas e vítimas como culpados. Um país onde muitos usufruem e poucos contribuem.  Um país, enfim, em que se opera uma grotesca e inaceitável inversão de valores.  Está faltando pouco para termos cotas para pedófilos ou pornógrafos infantis!

Gay se queixa de bullying por ter sido chamado de gay


Haysam, gay assumido, e participante do programa "Fazenda de Verão", na Rede Record, queixou-se de bulllying por ter sido chamado de "o gay da casa" pela participante Angelis.

É custoso entender o vitimismo gay.  Fazem passeatas buscando o "orgulho gay", ao mesmo tempo em que paradoxalmente queixam-se de perseguição, ou pior, bullying, por serem chamados de gays.  Aquilo que boa parte dos gays defende ser uma condição inexorável não pode ser tido contraditoriamente como uma ofensa.

Eis aí, meu leitor, um grau sintomático de paranóia em torno das queixas de homofobia.

As regras do Programa permitem agressões verbais, mas não vias de fato ou injúrias reais.  Haysam, "o gay da casa", chegou a atirar o conteúdo de um copo no rosto de Angelis, mas como é gay, foi blindado no Programa por esse simples fato.

A participante Angelis, apesar do seu discurso apimentado, é a mais popular segundo enquete do site UOL. Entre 14 pessoas, figura com surpreendentes 43% de popularidade.  Haysam, por sua vez, figura com apenas 2,77%.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

O grotesco Natal assexuado na Suécia


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(CNSNews.com) – Armas para meninas e bonecas para meninos: Torturada pelos vigilantes padrões de propaganda do país, a franquia sueca para varejo, a gigante Toys “R” Us, adaptou seu catálogo de Natal para evitar acusações de estereotipia de gênero.

“Com o novo pensamento de gênero, não há nada que seja certo ou errado.  Não é uma coisa de menino ou menina, é um brinquedo para as crianças", citando Jan Nyberg da Top Toy à agência de notícias sueca Tidningarnas Telegrambyra.

Top Toy, a franquia detentora tanto da Toys “R” Us quanto da BR Toys no norte da Europa e Escandinávia, foi censurada pelo corpo regulatório de propaganda da Suécia em 2008 por estereotipia de gênero em seu catálogo de Natal daquele ano.
Esse ano, o catálogo sueco da Toys “R” Us retrata uma menina carregando uma arma de brinquedo e um menininho acariciando uma boneca.  Na vizinha Noruega, porém, o catálogo equivalente da loja mostra um menino com a arma e a menina com a boneca.

Similarlmente, o católogo de Natal da BR Toys na Suécia mostra um menino com um secador de cabelo, enquanto o mesmo produto é promovido em catálogos equivalentes na Dinamarca e Alemanha com uma foto de uma menina.

Entre outras diferenças dos catálogos da Suécia e de países próximos, uma camisa da menina foi mudada de rosa para azul.

Nyberg disse que a companhia recebeu “treinamento e direção” dos fiscais de propaganda a respeito de estereótipos de gênero.

No começo desse ano, a Suécia detonou um debate por acrescentar a seu dicionário oficial um novo pronome neutro, numa proposta para introduzir linguagem com normas progressivas sendo promovidas já no nível pré-escolar.

O termo sueco para “ele” é “han” e para “ela” é “hon”. O recentemente cunhado “hen” pode ser usado para referir-se a uma pessoa sem significar o gênero. (*)

(*) Já de muito tempo o Natal foi desfigurado de uma celebração religiosa para uma festa capitalista de consumismo desenfreado.  Na Suécia, o capitalismo e o socialismo dão as mãos para destruir os fundamentos cristãos da civilização mediante a ideologia da suscetibilidade.  No contexto sueco, qualquer vestígio de preconceito ou discriminação, por mais legítimo que seja, terá que ser varrido através de um enfrentamento por parte da sua elite governante.  O sexo, que é um dado ontológico do ser humano; uma qualidade inexorável, deverá ser adaptado às matizes do politicamente correto e do igualitarismo radical.  Na Suécia, as coisas caminham para uma ditadura totalitária, e virá o tempo em que as pessoas serão amordaçadas, presas ou multadas por dar testemunho não só de Cristo, como também da lei natural, por supostamente ferirem suscetibilidades das assim-chamadas "minorias vulnerabilizadas".  Para entender mais perfeitamente a situação da Suécia, o leitor deverá se inteirar a respeito da "ideologia de gênero", que é um engenhoso meio de destruir famílias redefinido-se os papéis do homem e da mulher na sociedade.  Segundo os teóricos de uma tal bizarra ideologia, grosso modo a cultura forja os costumes de homem e da mulher, que nascem com corpos neutros, não havendo, portanto, qualquer ingerência natural em suas escolhas culturais, não é um absurdo?  Por isso a propaganda no país é no sentido de inculcar comportamentos discrepantes desde a tenra idade, invertendo-se todos os valores culturais: homens em papéis femininos e mulheres em papéis masculinos.  Em verdade, não há qualquer interesse em se propiciar bem-estar às "minorias vulnerabilizadas".  Esse é um diabólico pretexto encontrado para se destruir os fundamentos da civilização.  Trata-se, pois, de uma revolução contra-cultural impulsionada por luciferianas elites governantes anti-família e anti-vida buscando destruir a família, a moral e a religião.  O comportamento homossexual é, assim, normalizado, tal como o aborto, que não somente é permitido, mas banalizado.  Diante de ações tão vis, tão nefastas, não será surpreendente se viermos a testemunhar futuras reações extremadas de Breiviks da vida.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Aborto ligado a alto risco de câncer de mama

por Jimmy Downs

Novamente um novo estudo no Asian Pacific Journal of Cancer Prevention confirma que aborto induzido pode aumentar risco de câncer de mama.

Aborto induzido tem sido conhecido ser um fator de risco para o câncer de mama conforme encontrado em muitos estudos epidemiológicos.  E o aborto aumenta o risco porque deixa o tecido da mama em um estágio que é vulnerável ao efeito detrimental do estrogênio e outros agentes causadores e promotores de câncer.

C. Yanhua do Hospital dos Primeiros Povos de Kunming, na província Yunnan, PR China e colegas descobriram que a associação entre aborto e câncer de mama após comparar dados de 263 casos de câncer de mama e 457 controles sem a doença que estavam presentes no hospital desde 2009 até 2011.

Considerada no estudo estava a informações sobre diagnóstico da doença, demografia, história médica e variáveis de características reprodutivas  obtidas tanto dos pacientes quanto do hospital.

Em acréscimo ao aborto, ciclo menstrual curto, idade avançada no primeiro nascimento com vida, nunca ter aleitado, história de uso de contraceptivo oral, status pós-menopausa e não casamento.

Mulheres mais velhas estavam com risco maior de câncer de mama do que mulheres mais jovens.  Os pesquisadores descobriram que mulheres próximas à menopausa eram 3 vezes mais prováveis e mulheres pós-menopausa eram 5 vezes mais prováveis, comparadas a mulheres antes da menopausa, a desenvolverem câncer de mama.

No mesmo jornal, A. R. Jiang do Instituto de Pesquisa de Câncer da Província de Jiangsu, em Nanjing, China, e colegas conduziram um estudo de controle de caso de 669 casos e 682 controles da população da Província de Jiangsu e também encontrou vínculo entre aborto e maior risco de câncer de mama.

Jiang et al. descobriram que mulheres antes da menopausa que induziram o aborto três ou mais vezes eram 141 por cento mais prováveis a desenvolverem câncer de mama e o risco acrescido era ainda de 55% depois de ajustar outros fatores.

Entre as mulheres pós-menopausa, um aborto era associado com 104% de risco acrescido para câncer de mama e o risco acrescido devido ao aborto era ainda 82% após ajustamento para o que causava confusão. 

E aborto repetido levava a maior risco de câncer de mama comparado a um único aborto.

Porém, aborto espontâneo não era associado com câncer de mama. (*)

(*) Caro leitor, digam o que quiserem, mas por mais que hajam mulheres que não queiram parir, a natureza as forjou para tal sublime gesto.  O aborto é uma violação das leis naturais, da Lei de Deus, e as eventuais aborteiras terão que arcar com indesejosas conseqüências, quais sejam: risco acrescido de câncer de mama.  O fato do estudo ser realizado na China e por chineses demonstra o caráter insuspeito dos resultados, haja vista se tratar de uma nação ateísta e comunista, especializada na arte maligna de abortar.  Outros estudos já divulgados aqui confirmam a mesma tese.  Há outros estudos, outrossim, que demonstram ligação entre o estilo de vida lésbico e risco acrescido de câncer de mama.  Homossexualismo e aborto são partes intrínsecas e inseparáveis de uma cultura de morte. 

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

As obras faraônicas nas favelas cariocas e o turismo 'trash'

Há algum tempo nos habituamos a ver no Estado do Rio grandes obras direcionadas ao bem-estar da sua população em âmbito geral, como por exemplo a Ponte Rio-Niterói, a Linha Vermelha e a Linha Amarela.  Hoje, o cidadão carioca honesto, contribuinte, que carrega a cidade nas costas com seus impostos, deve testemunhar passivamente seus governantes fazerem farra com os recursos públicos, financiando obras a fundo perdido nas favelas, perpetuando a miséria em troca de benefícios eleitorais.  Enfim, é um agenda nociva a médio e longo prazo, que além de não agregar valor à cidade do Rio, servirá apenas para a perpetuação de interesses particulares e fisiologismos que levarão a cidade ao colapso.  É, pois, obra malsã de completo desvio de finalidade e imoralidade administrativa.

Mas por que é uma agenda nociva?  É nociva porque as favelas vêm crescendo desordenadamente de forma assimétrica ao restante da cidade, o que resulta, entre outras coisas, em demandas de serviços com ônus do cidadão honesto e sem contrapartida, além da natalidade irresponsável e seus efeitos daninhos.  É nociva porque as melhorias nas favelas não têm efeito multiplicador à sociedade, já que a geração de renda é exígua e não proporcionar impostos diretos aos cofres públicos, mas, ao contrário, os benefícios econômicos estão circunscritos à própria favela.  É nociva porque continuará a asfixiar o contribuinte honesto, que deverá pagar religiosamente seu IPTU, ITBI e ITCMD para piorar sua qualidade de vida, sob pena de ver seu nome na dívida ativa.  É nociva pelo simples fato de que a melhoria na favela será prejudicial para a própria cidade, já que tornará a favela mais atraente para se viver, com um ônus insuportável para os cofres públicos, ao invés de torná-la cada vez menos atraente, visando esvaziar sua população.  Aos olhos de um retirante será bem mais vantajoso alojar-se numa favela com toda uma rede de serviços, e até vista para o mar, do que ir para uma moradia formal na periferia do Rio de Janeiro, colaborando, assim, para um indesejoso inchaço com reflexos negativos às áreas nobres, que serão desvalorizadas, não obstante o cidadão honesto ter trabalhado a vida toda para ali comprar seu imóvel.

Vejamos, por exemplo, as obras de melhoria na Rocinha, o câncer que destruiu o antes lindo bairro de São Conrado.   Notícia do ano passado nos informa que serão gastos cerca de R$ 756 milhões com construção de plano inclinado, teleférico, creches, bibliotecas, entre outras ações.  Obviamente, todos estes benefícios em vez de serem financiados através de taxas ou contribuições de melhoria, que são tributos vinculados, o que seria o mais lógico e correto tendo em vista interesses que podem ser demarcados, serão financiados com os impostos dos suados rendimentos do cidadão honesto, que não mora na favela e que já está de saco cheio de ser por extorquido pelos seus moradores!

Há mais de 02 anos foi instalada uma passarela horrorosa na Rocinha, porém extremamente cara para o bolso do contribuinte, tendo custado cerca de R$ 20 milhões de reais.  Hoje, esta obra desnecessária projetada por Niemeyer já se encontra toda pichada para quem possa testemunhar in loco.

Para piorar, este ano foi anunciada a construção de um parque ecológico na favela que custará a 'bagatela' de R$ 24 milhões:
"Passada a polêmica, o parque agora é visto com bons olhos pela comunidade. A área, de 9 mil m², trará atividades esportivas, educativas e culturais. Foram investidos R$ 24 milhões, do Fundo Estadual de Conservação Ambiental e Desenvolvimento Urbano (Fecam). Além de ter ecotrilha, ciclovia, paredão de escalada, arvorismo e uma quadra poliesportiva, o espaço ainda trará biblioteca, anfiteatro, parque infantil e uma academia para a terceira idade."
Notemos como a preocupação dos governantes é sempre favorecer o aspecto lúdico dos favelados em vez de possibilitar-lhes um progresso moral e técnico.  Todos estes chamados 'investimentos', que de investimentos não têm nada, uma vez que são recursos jogados na lata de lixo, favorecerão um irresponsável baby boom de futuros malabares e pedintes de semáforo, a curto prazo.  A longo prazo, serão flanelinhas, camelôs, baleiros, catadores de lixo, entre outras ocupações que não agregam valor à economia brasileira.  Sem falar nos bandidos e traficantes.

Mas o século XXI parece ser a hora e a vez do favelado, que é visto erroneamente como oprimido social, quando na realidade é o grande opressor, já que obriga o cidadão honesto a lhe sustentar e a se confinar em verdadeiras cidadelas contra os seus assaltos de violência e criminalidade.

Não encontrando resistência na opinião pública, a construção de obras faraônicas nas favelas segue de vento em popa.  O teleférico do Complexo do Alemão, inaurugado ano passado pelo PT e que hoje é propagandeado Brasil afora como atração do turismo 'trash' da cidade, custou exorbitantes R$ 210 milhõesSe antigamente a grande atração do Rio de Janeiro era o Pão de Açúcar, hoje a diversão vendida ao turista, com a ajuda das telenovelas da Globo, é transitar de teleférico pela 'magnífica vista' da favela.  A obra de imoralidade administrativa custa ao erário público R$ 6,40 por viagem, sendo que a passagem do teleférico custa R$ 1,00 e 55% dos usuários desfrutam de gratuidade:
"Com passagem social a R$ 1 e 55% dos usuários desfrutando de gratuidade, a empreitada é antieconômica, bancada pelo governo estadual e operada pela Supervia.

A se tomar pelos números, cada viagem de até 3,5km (da estação inicial, Bonsucesso, até a final, Palmeiras) custa aos cofres públicos R$ 6,70 – R$ 2 milhões divididos por 300 mil passageiros/mês. Equivale a 2,4 vezes o preço da passagem do ônibus municipal no Rio (R$ 2,75), 2,3 vezes o valor do trem (R$ 2,90) da mesma Supervia e 2,2 vezes a do metrô (R$ 3,10) – que percorrem caminhos mais longos e tem muito mais passageiros.

Na atual taxa de ocupação, ainda que todos os clientes fizessem viagens só de ida (o normal é o percurso de ida e volta) e fossem moradores dos complexos do Alemão e da Penha, o equipamento de transporte sobre cabos atenderia a apenas 11% da população da região – 94.684 pessoas, de acordo com o IBGE
."
Para terminar, somos contados que a pequena favela da Providência será igualmente beneficiada com um teleférico, que entre outros serviços, está orçado em R$ 150 milhões

Enfim, o carioca honesto já está farto desta bandalheira com o dinheiro público, desta sacanagem de ser indiretamente roubado por este clientelismo eleitoral espúrio entre moradores da favela e governantes.  Hoje, o carioca honesto é sugado com seus impostos para financiar obras a fundo perdido de 22% de privilegiados, embora ainda constituam uma maioria que, ludibriada, não consegue eleger seus legítimos representantes.

A cidade do Rio talvez seja a cidade onde mais se desperdiça dinheiro público no Brasil.  Diante dos exemplos acima, as manifestações convocadas por Sérgio Cabral contra a perda de royalties não deveriam ganhar adesão do cidadão honesto mais informado.  Somente os favelados, que são os grandes beneficiados pelos recursos públicos desperdiçados deveriam comparecer a tais manifestações.  É realmente impressionante como o contribuinte fluminense, em especial o contribuinte carioca, é feito de palhaço nessa estória.

Enfim, faça as contas, caro leitor:
  • R$ 756.000.000,00 em obras na Rocinha envolvendo construção de plano inclinado, teleférico, entre outras ações;
  • R$ 15.000.000,00 na passarela horrorosa da Rocinha;
  • R$ 24.000.000,00 no parque ecológico na Rocinha;
  • R$ 210.000.000,00 no teleférico do Complexo do Alemão;
  • R$ 150.000.000,00 no teleférico do Morro da Providência.
Temos aí um total de R$ 1.155.000.000,00 (hum bilhão, cento e cinqüenta e cinco milhões de reais), em recursos a fundo perdido, para incentivar a desordem, a desagregação da cidade, o inchaço das favelas, a natalidade irresponsável e seus efeitos daninhos, a opressão fiscal ao morador formal, pois são seus tributos não-vinculados que sustentam essa farra, para que os eventuais benefícios se restrinjam aos moradores das favelas.  A imoralidade administrativa é patente, já que tais moradores poderiam financiar todas estas obras através de taxas ou contribuições de melhoria, já que não há aí interesse público da cidade como um todo.

O cidadão que por ventura vier a ingressar com uma ação popular para questionar essa farra com o dinheiro público, estará fazendo um grande favor ao país com um gesto de patriotismo e solidariedade.

Processo de Mayara Petruso foi colocado em segredo de justiça

Muito embora exista manifesto interesse público em saber do deslinde desta ação penal, podemos constatar através do sistema de consultas processuais do TRF 3ª Região que o processo de Mayara Petruso, de nº 0012786-89.2010.4.03.6181, foi colocado sob segredo de justiça (ver abaixo).


 Será que estamos diante de uma sorrateira disposição de condená-la a qualquer preço?

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Menina de 9 anos forçada a casar-se com homem adulto no Yemen

Fonte

Uma garota de 10 anos de idade, identificada como Nejood Ali, alega que sua família forçou-a se casar com um homem de 30 anos.

A menina, que apareceu no canal da TV libanesa LBC confirmou que ela casou 10 meses atrás quando ela ainda tinha 9 anos de idade.

Ela disse: "Meu pai forçou-me a casar com uma pessoa".  Ela disse que não viu seu marido até o dia do casamento e que ela ficou assustada.

Ela disse que tentou escapar de seu marido na noite do casamento, mas a família do seu marido a agrediu e forçou-a a fazer o serviço de casa.

Nejood diz que um de seus tios ajudou-a a ir a um tribunal pedir o divórcio.

Ela confirmou que um motorista de táxi ajudou-a a levá-la ao tribunal.  Quando ela chegou no tribunal, ela ficou assustada e esperou até o fechamento do tribunal, quando o juiz, retornando para casa, encontrou-a esperando de fronte a sua porta.

Ela contou ao juiz sua história e ele simpatizou-se com seu caso.  O juiz levou-a para casa e cuidou dela com sua esposa.  Ela ficou em sua casa por três dias, de onde posteriormente conduziu-a ao tribunal e deflagrou o julgamento de divórcio.

De acordo com a doutrina islâmica, o casamento de Nejood aos nove anos segue a Suna, compêndio de palavras e práticas de Maomé.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Bento XVI contraria tradição e desmonta imagética cristã em seu novo livro

A notícia no Jornal O Globo sob o título: "Papa diz que não havia mula nem boi no nascimento de Cristo" nos conta o que se segue: 

«ROMA - Não havia mula nem boi na Belém de Jesus, e provavelmente a estrela que aparece nas parábolas sobre o nascimento de Cristo era uma supernova. Essas são algumas das considerações do Papa Bento XVI em seu novo livro, “A infância de Jesus”, que começa a ser vendido nesta quarta-feira em 50 países.

No livro, o terceiro volume que o Papa dedica à figura de Cristo, surge uma questão delicada e crucial para os católicos: Jesus fora concebido por obra e graça do Espírito Santo e nasceu da Virgem Maria? Bento XVI atesta: "Sim, sem reservas". Mas o Pontífice tira a razão de Santo Agostinho, que escreveu que Maria fez voto de castidade e instruiu José a protegê-la. Segundo Bento XVI, esta reconstrução dos acontecimentos "está fora do mundo judaico na época do nascimento de Jesus".

As ideias do Papa, respeitado teólogo alemão, vêm com detalhes. Como explica no terceiro capítulo, dedicado ao nascimento de Jesus, a Virgem envolveu seu filho em panos como faria qualquer outra mãe naquelas circunstâncias, isto é, com amor mas "sem sentimentalismo". É a tradição, diz ele, que põe a literatura no assunto, alocando na cena uma manjedoura - representação do altar - e algumas gases para envolver o bebê - uma antecipação do momento de sua morte.

Assim, o Papa retira os detalhes da cena - "no presépio não havia animais" - e, por sua vez, garante a veracidade do cerne da questão: o nascimento de Jesus não é um mito, mas uma realidade: "História, história real, que aconteceu, história interpretada e compreendida com base na palavra de Deus." Tão certa, acrescentou o Papa, quanto a virgindade de Maria. "Uma mulher corajosa", escreve Bento XVI, "que, inclusive diante do inédito (o anúncio do Anjo) manteve o autocontrole. É uma mulher de grande interior, que mantém juntos o coração e a razão e tenta entender o contexto, o conjunto da mensagem de Deus".
»

Como podemos observar, as concepções de Bento XVI parecem colidir com a tradição da Igreja. Seu livro comparece ao esforço de se tentar encontrar um "Jesus Histórico", ou seja, a pessoa humana real, o que é tão ao gosto do tempo presente.

Ernest Renan definiu Jesus como "Gênio", Nietzsche como "Idiota" (pessoa que não segue os valores da própria comunidade), e agora Bento XVI bosqueja um tentame de reconstrução da imagem de Jesus como um simples homem.

Não podemos, no entanto. esquecer nunca que Jesus era totalmente homem, mas isso não implica esquecer que ele também era totalmente Deus.

É preciso, porém, firmar que o recente livro de Bento XVI não se encontra com a chancela da "infalibilidade papal", visto que nenhum novo dogma foi definido. A nova obra deve ser recepcionada antes como um esforço do homem Ratzinger de encontrar o homem Jesus, assim como o Papa Bento XVI procura o Messias, que é DEUS.

Outros Papas, antes de Bento XVI, defenderam posições contrárias, como abaixo veremos, mas nenhuma delas foi rubricada como "infalível"; assim, é livre o debate nessa matéria, desde que não se pretenda enxergar um "dogma" onde não existe:

"Sobre a Trindade e a Encarnação (contra os Unitários)
(Da Constituição "Cum quorundam" de Paulo IV, 7-8-1555)

993. A maldade e iniquidade de certos homens de tal modo tem aumentado nos nossos tempos, que a maioria dos que se afastam e desviam da fé católica, não só presumem professar diversas heresias, mas também negar o fundamento da própria fé, e arrastam por seu exemplo muitas almas para a perdição. Assim nós, desejando, por ofício pastoral e por caridade, apartar os homens, na medida do que Deus nos conceder, de tão grave e pestilencial erro, e admoestar os outros para não caírem na mesma impiedade, com paternal severidade admoestamos a todos e a cada um dos que até agora afirmaram, dogmatizaram e creram que o Deus Onipotente não é trino nas pessoas e uno na unidade inteiramente incomposta e indivisa da substância e mesma essência simples da divindade; ou que Nosso Senhor não é verdadeiro Deus, da mesma substância em tudo com o Padre e o Espirito Santo; ou que ele não foi segundo a carne concebido no seio da Beatíssima sempre Virgem Maria, mas sim de José, à semelhança dos outros homens; ou que o mesmo Senhor e Deus Jesus Cristo não padeceu a morte crudelíssima de cruz para nos resgatar do pecado e da morte eterna, reconciliando-nos com o Pai para a vida eterna; ou que a mesma Beatíssima Virgem Maria não é verdadeira Mãe de Deus nem permaneceu sempre íntegra em sua virgindade, antes do parto, no parto e depois do parto para sempre.
"

Diga-se mais: ao afirmar que na cena da natividade não havia animais, Bento XVI somente desmonta a imagética criada por São Francisco de Assis, que encenou o primeiro presépio, mas já no Século XII, mas não a teologia cristã.

Certamente que nenhum dos Evangelhos fala que havia animais em volta da manjedoura, mas é possível que existissem; também é possível que São José os tivesse levado para fora, deixando a área limpa e em condições de receber sua esposa e seu filho.

O que diria Orlando Fedeli, se estivesse vivo, por ter nos deixado a seguinte mensagem de Natal no ano de 2005, ressaltando a importância da doutrina e tradição da natividade?

"'O Boi conhece o seu dono, e o burro conhece o presépio de seu senhor, mas Israel não me conheceu e o meu povo não teve inteligência' profetizou Isaías muitos séculos antes (Is. I,3).

E Cristo, nos dias de Herodes, nasceu em Bethleem que quer dizer casa do pão (Beth = casa. Lêem = pão).

Cristo devia nascer em Belém, casa do pão, porque Ele é o pão que desceu dos céus, para nos alimentar. Por isso foi posto numa manjedoura, para alimentar os homens.

Devia nascer num estábulo, porque recebemos a Cristo como pão do Céu na Igreja, representada pelo estábulo, visto que nas cocheiras, os animais deixam a sujeira no chão, e comem no cocho. E na Igreja os católicos deixam a sujeira de seus pecados no confessionário, e, depois, comem o Corpo e bebem o Sangue de Jesus Cristo presente na Hóstia consagrada, na mesa da comunhão.

Jesus devia nascer de uma mulher, Maria, para provar que era homem como nós. Mas devia nascer de uma Virgem — coisa impossível sem milagre — para provar que era Deus. Este era o sinal, isto é, o milagre que anunciaria a chegada do Redentor: uma Virgem seria Mãe. Nossa Senhora é Virgem Mãe. E para os protestantes, que não crêem na virgindade perpétua de Maria Santíssima, para eles Maria não foi dada por Mãe, no Calvário.

Pois quem não tem a Maria por Mãe, não tem a Deus por Pai.

E por que profetizou Isaías sobre o boi e o burro no presépio?

Que significam o boi e o burro?

O boi era o animal usado então, para puxar o arado na lavoura da terra.

Terra é o homem. Adão foi feito de terra. Trabalhar a terra é símbolo de santificar o homem. Ora, os judeus tinham sido chamados por Deus para ser o sal da terra e a luz do mundo, isto é, para dar vida (sal) espiritual, santidade, aos homens, e ensinar-lhes a verdade (luz).

O boi era então símbolo do judeu.

O burro, animal que simboliza falta de sabedoria, era o símbolo do povo gentio, dos pagãos, homens sem sabedoria.

Mas Deus veio salvar objetivamente a todos os homens, judeus e pagãos. Por isso, no presépio de Cristo, deviam estar o boi (o judeu) e o burro (o pagão).


Foi também por isso que Jesus subiu ao Templo montado num burrico que jamais havia sido montado, isto é, um povo pagão que não fora sujeito ao domínio de Deus. E os judeus não gostaram que o burro fosse levado ao Templo, isto é, que Cristo pretendesse levar também os pagãos à casa de Deus, à religião verdadeira. Por isso foi escrito: 'mas Israel não me conheceu e o meu povo não teve inteligência'.


(...)

No presépio havia ovelhas e bodes, porque Deus veio salvar os bons e os pecadores.

E a Virgem envolveu o menino em panos.

Fez isso, é claro, porque o pequeno tinha frio, e por pudor.

Mas simbolicamente porque aquele Menino —que era o Verbo de Deus feito homem—, que era a palavra de Deus humanada, tinha que ser envolta em panos, pois que a palavra de Deus, na Sagrada Escritura, aparece envolta em mistério, pois não convém que a palavra de Deus seja profanada. Daí estar escrito: “A glória de Deus consiste em encobrir a palavra; e a glória dos reis está em investigar o discurso” (Prov, XXV, 2)
."


O simbolismo de todas estas palavras de sabedoria sobre a cena da natividade, que provavelmente não são de Orlando Fedeli, mas que foram por ele retransmitidas a partir da doutrina de algum santo da Igreja, refletem uma respeitável tradição, mas que não resta de nenhum modo abalada ou revogada pelo "historicismo modernista" do novo livro do Papa Bento XVI; apenas arriscamos dizer que se algum disser que havia ou não havia animais à volta da manjedoura não ficará com a salvação comprometida por esta falta, somente, a menos que outras dúvidas em matéria grave acompanhem os seus questionamentos.


terça-feira, 20 de novembro de 2012

Índios transformados em uma "aristocracia étnica"

Uma das glórias da ação missionária da Santa Igreja em nosso País foi, por certo, a conversão de populações indígenas e a correlata ação civilizadora, que estabeleceu laços de colaboração e de afeto destas populações nativas com os chamados colonizadores, logo aprofundados pelos próprios laços de sangue.

O célebre quadro da primeira Missa no Brasil, de Victor Meirelles, gravou na tela o contato inicial entre uns e outros, aos pés da Cruz e do Altar, a prenunciar os séculos de história vindoura de uma harmonia vivida na paz de Cristo.

É contra essa ação missionária e civilizadora que se desata também a ofensiva da revolução cultural. Com efeito, correntes ideológicas de esquerda, nas quais proliferam, sobretudo, clérigos inspirados na Teologia da Libertação, voltam-se contra tal ação evangelizadora e civilizadora da Igreja. Acusam gloriosos missionários, como o Beato Anchieta, e os povoadores portugueses de terem exercido uma ação perniciosa sobre os índios, na medida em que lhes anunciavam a religião cristã, com os padrões morais com ela condizentes e os valores culturais dela decorrentes.

A comunidade de bens da tribo, a poligamia, a ausência de autoridades, de noção de lucro, de capital, de salários, de patrões, de empregados, de instituições de qualquer espécie, constituiria um modelo antropológico perfeito. O que, no extremo, levaria a que os homens ditos civilizados se devessem “converter” às culturas indígenas, pagãs e primitivas.

Por isso, defendem tais correntes, as comunidades indígenas devem ser “preservadas” do contágio de “nossa civilização consumista e capitalista”. Condenam assim as populações silvícolas a um estilo de vida marcado tantas vezes por hábitos primitivos, por práticas cruéis, por crenças supersticiosas. E excluem-nas de antemão do acesso ao progresso material e, sobretudo, aos benefícios da verdade de Nosso Senhor Jesus Cristo.

A neomissiologia católica – na qual exerce destacado papel o Conselho Indigenista Missionário (CIMI), organismo da CNBB – e movimentos de esquerda afins têm proposto e levado a cabo uma política indigenista que se vai, aos poucos, impondo em nossos institutos jurídicos.

Política que, ao considerar como modelo o coletivismo da tribo, visa à transformação radical da estrutura agrária do País, com a eliminação da propriedade privada, considerada iníqua; e se traduz por demarcações de imensos territórios, nos quais os índios devem preservar seus usos, costumes, línguas, crenças e hábitos. Áreas absolutamente latifundiárias onde, pelo estado de incultura e de atraso a que os condenam tais correntes, a exploração é ineficiente ou simplesmente inexiste; e nas quais os índios gozam de privilégios legais negados aos demais brasileiros.

Assim, os índios vão sendo transformados em uma “aristocracia étnica” beneficiada por vantagens legais e sociais de vulto, enquanto os brancos são considerados adventícios que não podem ser igualados a eles. De onde decorrem ameaças às instituições e à própria coesão do espírito nacional.

Em sua investida, tais elementos de esquerda suscitam e estimulam o conflito entre índios e brancos, apresentando estes últimos como espoliadores, réus de genocídio, etc.

Segundo essa concepção hipertrofiada dos direitos indígenas, é lógico que se venha a reconhecer às comunidades silvícolas, vivendo em seus imensos territórios, uma autodeterminação, lacerando o conceito de pátria soberana, una e pujante. Quando se pensa que algumas dessas reservas se encontram em nossas fronteiras, ou próximas delas, o temor da insegurança e da instabilidade só tendem a aumentar. 

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Os furos da acusação sobre o goleiro Bruno


Começa hoje o julgamento do goleiro Bruno do Flamengo e de mais quatro acusados pela suposta morte de Eliza Samúdio, e depois de dois anos de investigações várias perguntas aparecem sem respostas:
  • Onde está o corpo?
  • Quais foram as armas do crime?
  • Quando morreu?
  • Qual foi o lugar do crime?
Essas são as principais perguntas que deveriam ser respondidas de maneira convincente.  Entretanto, depois de dois anos, a acusação se vale apenas de meras hipóteses para construir uma teoria sobre a possível morte da "modelo".

O corpo não foi localizado depois de buscas incessantes por todo território mineiro.  Isso implica no exaurimento da idoneidade da própria acusação.  Como dispõe o art. 70 do Código de Processo Penal: "Art. 70 - A competência será, de regra, determinada pelo lugar em que se consumar a infração, ou, no caso de tentativa, pelo lugar em que for praticado o último ato de execução."  O sítio do acusado Bola, que é tido como o suposto lugar do crime, fora revirado dos pés à cabeça, inclusive com luminol, e não se encontrou uma unha ou um fio de cabelo sequer da suposta vítima.  Desta forma, Bruno e os quatro acusados estão sendo julgados no foro da Comarca de Contagem, em Minas Gerais, ainda que jamais tenha sido localizado corpo algum ou determinada com certeza a autoria do crime nesta localidade.  Portanto, é de se questionar o próprio porquê de Bruno e os acusados estarem sendo julgado neste foro.

Não se chegou até o corpo, nem onde se deu o crime.  Não se conhece, ainda, quais foram as supostas armas do crime.  Toda a acusação é lastreada em pistas, em construções hipotéticas da acusação, cuja investigação foi deflagrada por um delegado já conhecido por seus abusos contra inocentes, e que conseguiu ganhar projeção política o suficiente para ser eleito vereador em Belo Horizonte.  Se Bruno não tivesse provocado a ira das feministas com suas declarações politicamente incorretas sobre o envolvimento entre Adriano e Joana Machado, perguntando "quem nunca havia saído na mão com a mulher", a denúncia sequer prosperaria.  A mídia, no entanto, controlada por esquerdistas, quer a cabeça de Bruno.  A mesma mídia de índole esquerdista que costuma explorar os abusos cometidos pela Inquisição, quer condenar uma pessoa sem provas, mas tão só com pistas.  Não só a mídia, mas o próprio Governo Federal, pois a presidente Dilma Roussef enviou emissária da Secretaria de Políticas Especiais das Mulheres, como meio de pressão política para a condenação dos acusados.  Como podemos observar, o crime fundamental cometido por Bruno foi político, de bater de frente com o movimento feminista.  Há, portanto, uma enorme pressão política da esquerda para condená-lo neste julgamento teatral.

O único indício que liga o goleiro Bruno à acusação são manchas de sangue da "modelo" em seu carro, que ficava em seu sítio em Contagem, enquanto ele trabalhava no Rio de Janeiro.  Entretanto, da mesma forma que há manchas de sangue de Eliza Samúdio no carro, que supostamente teria morrido, há manchas de sangue do menor, que está vivo!  Eliezer Rosa abomina a prova indiciária, refutando qualquer possibilidade de aplicá-la, seja para absolver ou para condenar.  Diz o mestre em seu Dicionário de Processo Penal, 1975, p. 131:

"O indício, na eterna ironia das coisas, é a prova predileta da vida contra os inocentes... Condenar ou absolver é o que há de mais fácil e simples, quando o julgador aposta com os indícios o destino do processo.  Julgar só mediante indícios e, com eles, condenar, é o adultério da razão com o acaso, nos jardins de Júpiter."

É custoso acreditar que Bruno, naquela época um goleiro cuja carreira estava em ascensão, que ganhava um altíssimo salário, iria mandar executar a "modelo" por uma mera pensão alimentícia.  É não só custoso, como inverossímil.  Assim, a acusação desafia o bom senso e a razão, baseando-se em critérios puramente emocionais.  Ressalte-se que a juíza Marixa Rodrigues, que preside o julgamento, negou o pedido para realização de depoimento do primo do ex-goleiro Bruno, ou seja, o "menor" que inventara a fantasiosa história que cães teriam digerido o corpo da "modelo" no sítio do acusado Bola e que, segundo a própria mãe, é viciado em drogas e tem por hábito mentirEnfim, toda a acusação é montada em cima da imaginação de um menor drogadicto, que agora não pode ir até o julgamento por ser testemunha protegida.  Trata-se de claro cerceamento de defesa, que deveria ensejar a anulação do processo, por ser testemunha-chave que liga diretamente a versão da acusação aos acusados.  Mas num Estado proto-totalitário como o nosso, tudo é possível!

É possível construir qualquer tese de crime e de não-crime.  É possível que Eliza esteja morta, como é possível que esteja viva.  Na dúvida, porém, ensina o direito processual penal tradicional, absolve-se os réus, pois a acusação deve ser firme e sólida.  É o princípio do favor rei que rege o direito processual penal pátrio: "Trata-se de regra do processo pela que impõe ao juiz seguir tese mais favorável ao acusado sempre que a acusação não tenha carreado prova suficiente para obter condenação." (Direito Processual Penal, Paulo Rangel, Lumen Juris Editora, Rio de Janeiro, 2009, p. 34)  A verdade dentro do processo, que é aquela que vale, seguramente não logrou demonstrar que Eliza esteja morta: "A verdade é processual.  São os elementos de prova que se encontram dentro dos autos que são levados em consideração pelo juiz em sua sentença." (Ibidem, p. 07)  Entretanto, é praticamente certo que Bruno e os acusados sejam condenados diante das diabólicas pressões do lobby feminista neste sentido.  Em sendo Bruno condenado, será mais um marco de um substancial totalitarismo em nosso país.

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Tolice da vereadora do funk prejudicará consumidor carioca

Parece que no Rio de Janeiro os nossos políticos insistem em criar leis que agem sistematicamente contra o consumidor. Sob o pretexto de criar facilidades para o mesmo elas na verdade fazem com que sejam atribuídos cada vez mais custos que precisam ser pagos de maneira compulsória pelos consumidores. Essas leis, que são propagandeadas como “em defesa do consumidor”, acabam na verdade sendo contra o consumidor pois restringem as possibilidades de diferenciação das ofertas de mercado.
A mais nova lei nesse sentido é de autoria da vereadora Veronica Costa. Segundo esta lei qualquer supermercado que tiver mais de 5 caixas registradoras fica obrigado a ter um funcionário na função de empacotador para cada um dos caixas. O argumento seria de que esse tipo de serviço agiliza o atendimento e oferece maior qualidade aos clientes, além do fato desses supermercados já ganharem bastante dinheiro e que podem ser criadas substancial quantidade de postos de trabalho.
Pois bem. Primeiro, os custos para a contratação de empacotadores certamente serão repassados aos clientes (tal qual com a sacola plástica). Não existe nada que seja “gratuito”, alguém sempre vai pagar a conta. E essa conta será paga mais uma vez pelo consumidor final. A capacidade de agilizar o atendimento é mínima, o verdadeiro gargalo são as caixas que trabalham em ritmo sonolento em 99,99% dos casos. E quanto à criação de postos de emprego, para mim é o argumento mais populista e demagógico que existe. O que se esta criando é subemprego, funções desnecessárias que em nada desenvolvem a nossa economia ou a empregabilidade de quem assume essas posições.
Por fim, a lei é claramente inconstitucional uma vez que fere a liberdade de atuação de entidades privadas. Pelo que eu entendo apenas mudanças nas leis trabalhistas em âmbito federal poderiam impor esse tipo de obrigatoriedade. A esfera municipal não tem competência para tal. Além disso a medida impede a livre concorrência entre as empresas de supermercado.
É importante que o Carioca compreenda que esse tipo de lei, assim como a que garante sacola plástica nos supermercados, a que garante desconto pelo não uso da sacola, a que tenta garantir estacionamento de uma ou de outra maneira, e por ai a fora, são leis que acabam restringindo a capacidade das empresas de estruturarem as suas ofertas, além de imporem maiores custos para essas empresas. Esses custos são naturalmente repassados aos consumidores, que acabam pagando a conta e tendo que conviver com custos de vida altíssimos.
Em vez de benefícios os consumidores estão sendo obrigados a pagar por um serviço que nem todos fazem questão de ter. Eu prefiro preço baixo a ter empacotador e sacola gratuita, por que não deveria ter a possibilidade de frequentar um varejista que me ofereça apenas isso? Se dependesse de mim até mesmo a distribuição de sacolas plásticas deveria ser um item deixado a cargo das empresas.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

A anarquia das favelas no Rio de Janeiro

Quem quer faça uma visita à cidade do Rio de Janeiro observará como marcas registradas a desordem e a falta de educação.  Esses problemas são particularmente mais contundentes nas favelas, que vivem um regime de verdadeira anarquia.

De acordo com informações do Censo 2010, um em cada cinco cariocas estão nas favelas[1].  E não se diga que são miseráveis.  Segundo reportagem do Jornal O DIA nos informa, nas favelas cariocas, “temos 13% de moradores das classes A e B e 66% de classe C morando nas comunidades (...) De acordo com Meirelles, a renda média familiar das pessoas da classe C é de R$ 2.500, valor maior do que 54% da população mundial.[2].

Há quem diga que os favelados são miseráveis sem opção e por conta disso deverão compulsoriamente migrar para os morros e morar mal, mas com vista pro mar.  Esta reportagem da Carta Capital desmente esta premissa da “falta de opção” para viver na ilegalidade:

Por dez anos a manicure- Débora Silva Ramos, de 23 anos, subiu e desceu as ladeiras da Rocinha atrás de uma vida melhor. E aos poucos viu chegar o asfalto, a iluminação pública, arremedos de saneamento. Mas a melhora lhe saiu caro. Do casebre de um quarto, banheiro e cozinha americana voltada para um claustrofóbico corredor, ela e o marido, o pizzaiolo Fábio de Jesus, de 33 anos, viram o custo de vida na favela mais famosa do Rio de Janeiro disparar. Em agosto, partiram dali para viver em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, em uma casa com sala ampla, cozinha ‘de verdade’ e uma aprazível varanda. Têm agora mais espaço pelo mesmo aluguel de 300 reais. Com 50 reais de compras, passam a semana. ‘Nas biroscas da Rocinha ou nos supermercados da zona sul, o dinheiro não rendia’, diz Débora. Mas tudo era perto, admite saudosa. Hoje o marido precisa de duas horas, dois ônibus e um metrô para chegar ao serviço, quando antes levava meia hora. A casa está 40 quilômetros mais longe. ‘O que não dá é morar na zona sul e ter um padrão de vida incompatível.’

(...)

‘A conta de luz foi um baque. Todo mundo tinha gato e agora tem de pagar 80, 100 reais por mês. Quem recebe Bolsa Família tem desconto, mas é baixo’, reclama Elisete Napoleão, 46 anos, coordenadora do projeto Corte Arte, que capacita costureiras no Morro do Cantagalo, cravado entre os abastados bairros de Copacabana e Ipanema. ‘Muita gente de fora vem morar aqui, além dos estrangeiros que fazem turismo. O custo das coisas disparou. No supermercado o preço é o mesmo, não importa se eu moro na favela ou se sou uma madame da Avenida Atlântica ou da Vieira Souto.’[3]

Note-se que o problema das favelas não é social, mas moral.  É a opção pela desonestidade que rege a escolha por uma favela.

A favela do Vidigal se expande graças à especulação imobiliária, que agora vem comportando especuladores internacionais, acreditem!  É o que conta reportagem do Jornal O Globo:

Pilhas de tijolos, areia, vergalhões e entulho. Por todos os lados da Favela do Vidigal, em São Conrado, é possível ver paredes sendo erguidas em ritmo acelerado. Segundo o presidente da Associação de Moradores do Vidigal, Wanderley Ferreira, a compra de casas por estrangeiros é, em parte, responsável pelo avanço da especulação imobiliária e pela multiplicação das obras. Muitos deles estariam construindo pousadas e albergues. Além disso, ainda de acordo com a associação, desde a chegada da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) à favela, em janeiro, a sede do Posto de Orientação Urbanística e Social (Pouso) não está mais na comunidade. Com isso, o crescimento estaria ocorrendo sem fiscalização da prefeitura.”[4]

A notícia acima revela como o Rio é um caos assustador, com pessoas verdadeiramente astutas que lucram com a especulação em áreas que não lhes pertencem, aproveitando-se da falta de fiscalização, não pagando um tostão de impostos relacionados.  As favelas, enfim, são o supra-sumo da desordem; verdadeiros vácuos de autoridade.

As autoridades, em verdade, são intolerantes com aqueles que vivem na legalidade.  Estes últimos devem pagar religiosamente seus impostos, tirar mil certidões, fazer registros, enfim.  As mesmas autoridades, porém, fazem vistas grossas com aqueles que vivem ilegalmente, já que estes representam o seu fiel e crescente eleitorado.

Não obstante o fato de não pagarem impostos como IPTU, ITBI e ITCMD, o Governador do Estado do Rio de Janeiro não vê problema em se rasgar o dinheiro do contribuinte com investimentos que não terão qualquer efeito multiplicador, muito pelo contrário, e, ainda, desapropriar unidades produtivas que geram riquezas e empregos para dar lugar a moradias:

O governador explicou que já foi feito contrato de empréstimo com o Banco do Brasil para a construção de 9.000 apartamentos na região. Cabral também anunciou a desapropriação da Refinaria de Manguinhos que, segundo ele, “há muito tempo não refina nada e serve só para a estocagem de etanol.

Ele também informou que, até o fim do ano, será construído um cineteatro com 250 lugares e cinema 3D na Praça da Cidadania do Jacarezinho, onde já existe uma biblioteca com 27 mil livros e 5.500 sócios. Os dois complexos ocupados hoje abrigam cerca de 70 mil pessoas.”[5]

As favelas são vendidas pela grande mídia como áreas de glamour.  Apesar do entulho, do esgoto, do mau cheiro, de mosquitos, baratas, ratos, focos de doenças e toda falta de higiene, as favelas são glamourizadas pela grande mídia.  Tudo porque o esquerdista parece apreciar o que há de pior, e quer aplainar por baixo a moralidade num igualitarismo torpe.  Assim, os maus costumes e comportamentos são incentivados para que a sociedade se habitue ao espírito de perversão.  Daí se vê o porquê dos bons olhos a tanta desordem urbanística.

Reparem que sempre quando vem uma personalidade estrangeira, ela deverá visitar a favela.  O Príncipe Harry fingiu que gostou do que viu no Complexo do Alemão, e Lady Gaga fingiu que gostou de ir ao Cantagalo.

Observe o retrato da desordem no Cantagalo.  Acima podemos ver Lady Gaga num moto-taxi supostamente conduzido por um menino menor de 18 anos, e um policial, à direita, fora do enquadramento da foto, nada faz para evitar o flagrante.

Pior que toda essa desordem, é a amargura em nos depararmos todo santo dia com apologia às favelas empreendidas pelos meios de comunicação, particularmente a Rede Globo, em seus telejornais locais, novelas e séries.  As favelas são vendidas Brasil afora como verdadeiros modelos de glamour, com as quais todos devem pelo menos aprender a conviver.  

Remoção que é bom, jamais!


terça-feira, 13 de novembro de 2012

Dois homens são inocentados sob a nova lei anti-homofobia dos Estados Unidos

O homossexual Kevin Penningnton
Fonte

Associated Press - LONDON, Ky. (AP) — O primeiro processo sob uma lei federal contra a violência homofóbica terminou com um júri de Kentucky absolvendo os dois primeiros pelas acusações de crime de ódio, enquanto os declarou culpados de rapto em um ataque em 2011 sobre um homem gay.

Promotores argumentaram que Anthony Ray Jenkins e seu primo David Jason Jenkins atacaram Kevin Pennington, de 29 anos, em um parque rural do estado por causa da orientação sexual [sic] de Pennington, violando uma lei de crime de ódio que foi expandida em 2009 para cobrir ataques motivados por preconceito [sic] a gays, lésbicas e transgêneros.

Não ficou claro o motivo pelo qual os jurados rejeitaram o argumento nesta última quarta.  Eles foram embora rapidamente logo após entregarem os vereditos e não fizeram quaisquer comentários.

O advogado de Anthony Jenkins, Willis Coffey, disse depois que do julgamento que os jurados não encontraram credibilidade no relato dos eventos por Pennington.

"Você gostaria de ser liberado de todas as acusações, mas está feliz que foi não declarado de um crime de ódio," disse Coffey a seu cliente. "Assim eu estou."

Os promotores disseram que eles publicariam uma declaração mais tarde.

Os procuradores do Governo disseram que essa é a primeira acusação nos Estados Unidos, acusando uma violação do parágrafo da orientação sexual [sic] da Lei de Prevenção aos Crimes de Ódio Matthew Shepard-James Byrd Jr. Aprovada em 2009.

Pennington segurou as mãos dos membros da família e deu um suspiro quando os vereditos de não-culpa sobre as acusações de crimes de ódio foram anunciados.  Ele deixou a sala da corte sem falar com os repórteres.

Jimmy Jenkins, um tio que criou Anthony Jenkins, debruçou a cabeça sobre suas mãos e chorou quando os primos foram declarados culpados das acusações de rapto e conspiração de rapto.  A sentença está marcada para 21 de Fevereiro.

Por todo o julgamento, a defesa argumentou que toda discussão entre os Jenkinses e Pennington era sobre negócio de drogas que azedou.

Andrew Stephens, o advogado de David Jason Jenkins, argumentou que seu cliente tinha tomado pelo menos 21 cervejas no dia do assalto e estava muito bêbado para ter formulado um plano para um tal ataque.

"Essas pessoas que estavam ‘doidonas’ e bêbadas iriam formular um plano? Quando a coisa aconteceu, era tudo sobre drogas," disse Stephens.

Coffey argumentou que Anthony Jenkins tem um QI de aproximadamente 75 e era meramente um crente que não odeia gays.  Ele qualificou as acusações “semelhantes a nada que eu já havia visto.”

Coffey disse que Pennington promoveu a idéia que ele foi atacado por ser gay para server a sua agenda política.  Coffey invocou o nome do Presidente Barack Obama, que é impopular em Kentucky e perdeu fragorosamente no estado quatro anos atrás.

"Se o governo e Presidente Obama querem reverenciar grupos de interesses especiais, problema dele, mas eles apanharam o caso errado", disse Coffey.

A procuradora de direitos humanos do Departamento de Justiça dos EUA, AeJean Cha, contou aos jurados que os primos Jenkins e duas mulheres planejaram raptar, bater e matar Pennington por causa de sua orientação sexual [sic].

"Isso não é a respeito de drogas, isso é a respeito do fato de Kevin ser gay", disse Cha.

Hawkins também rodou uma gravação da chamada de Pennington ao 911 depois do ataque.  Na gravação, a voz de Pennington pode ser ouvida picotada, conforme ele tenta descrever o ataque e restabelecer informação a respeito dos Jenkinses.

"Eles estão tentando me matar", contou Pennington ao operador do 911 em 04 de abril de 2011. "Eu não sabia o que eles estavam indo fazer.  Eu penso que é porque eu sou gay." (*)

(*) A reportagem nos mostra como em horas difíceis é essencial ser assistido por um bom advogado. A lei federal anti-homofobia dos Estados Unidos é um verdadeiro monstrengo jurídico destinado a paparicar os homossexuais como uma casta de perseguidos e privilegiados.  Se um homossexual é vítima de um crime, isto se dá sempre por sua escolha sexual desordenada. Não importa se ele se envolve com drogas e que sempre é vítima de crimes em horas que o cidadão de bem já está dormindo, como bem observado por Bolsonaro. Ele é sempre vítima de um crime na qualidade de homossexual.  Nunca na qualidade de simples pessoa.  Por outro lado, quando pratica um crime, sua desorientação sexual nunca é salientada. Sem dúvida nenhuma, o que esta lei cumpre é transformar crimes comuns em fatos políticos, que ensejam um tratamento mais duro aos dissidentes através de uma mega-operação federal e centralizada, não obstante estarem distantes do local do crime e, conseqüentemente, dos fatos. Obviamente, o interesse é punir exemplarmente a sociedade heterossexual (heterofobia) e não apurar como os fatos realmente se deram. Nessas horas, ainda, os chamados "direitos humanos" invertem seus papéis, e são rigorosos contra os acusados. Sorte é que os dois homens estavam bem assistidos e foram julgados em Kentucky e não em Nova Iorque. Senão já estariam condenados, talvez à prisão perpétua. Enfim, trata-se de uma ratoeira totalitária com o crivo de Obama seguindo a agenda ditatorial da ONU.  Enquanto Bento XVI saúda Barack Obama, ele assina "sentenças de morte" para os cristãos. É o fim de um país que sempre celebrou a liberdade como um valor quase sagrado.

sábado, 10 de novembro de 2012

União Européia quer banir modelo tradicional de família

Com informações do Dailymail.co.uk

De acordo com reportagem deste diário inglês:

Livros que retratam imagens tradicionais de mães cuidando de seus filhos ou pais indo trabalhar podem ser barrados das escolas sob as propostas da União Européia.

Um relatório da União Européia alega que 'estereótipos de gênero' em escolas influencia a percepção da maneira como garotos e garotas deveriam comportar-se e causam danos às oportunidades de carreiras das mulheres no futuro.

Críticos disseram que as propostas para que ‘materiais de estudo’ sejam emendados de forma que homens e mulheres não sejam mais retratados em seus papéis tradicionais significaria a censura de clássicos infantis

A reportagem diz mais:

O documento, preparado pelo Comitê do Parlamento Europeu sobre direitos das mulheres e igualdade e gênero também sugere que toda uma legislação na União Européia seja necessária para obstruir a forma que as mulheres são retratadas em anúncios durante programas de TV infantis.

Além disso, expressa desagrado em relação ao número de mulheres nos parlamentos, e ventila a idéia de cotas fixas em uma proporção mínima de parlamentares mulheres.”

Diz a reportagem que:

“Crianças são confrontadas com estereótipos de gênero desde a tenra idade através de séries de TV, anúncios de TV, materiais de estudo e programas educacionais, influenciando sua percepção de como caracteres masculinos e femininos deveriam se comportar.

Programas educacionais especiais e materiais de estudo deveriam, portanto, ser introduzidos em que homens e mulheres não mais sejam usados em exemplos em seus ‘papéis tradicionais’, com o homem como o provedor da família e a mulher como aquela que toma conta da criança.

(...)

Estereótipos negativos de gênero podem, portanto, ter uma influência significativa na confiança e auto-estima de mulheres jovens, particularmente em adolescentes, resultando em uma restrição de suas aspirações, escolhas e possibilidades para possibilidades de carreiras futuras.”

O relatório termina requerendo que a ‘legislação’ da União Européia ‘oblitere’ o problema.

Comento.

A União Européia, sabemos, é a ressurreição do falido modelo soviético, visando unificar economias, desintegrar nações, religiões, raças e famílias.  A União Européia não se declara como comunista, mas se não adere à revolução abrupta marxista-leninista para o modelo político e econômico comunista, segue a cartilha contra-cultural de Gramsci, Lukács e da Escola de Frankfurt, uma cartilha ainda mais diabólica que a traçada no Manifesto Comunista, pois realizada em doses homeopáticas, buscando minar aos poucos a consciência individual.  Tudo que é sólido se desmanchar no ar”, já dizia Marx.  A União Européia quer desmanchar as nações, religiões, raças e famílias, ou seja, a solidez das coletividades primárias através do multiculturalismo.  Todo tipo de coletividade primária deve ser destruída para ceder à vocação imperial de um Estado ditador, censor e controlador das instâncias mais intestinas da vida social.  Querem, pois, acima de tudo, destruir todas as liberdades civis e apossar-se das almas de seus cidadãos para que rendam culto ao demônio e ao anticristo.

Pois bem, querem destruir nações através de leis invasivas e totalitárias de âmbito internacional que afrontariam as jurisdições internas dos países; querem estreitar os laços entre as religiões, visando aglutiná-las num mingau insosso e comprometido com valores políticos comuns, sob a liderança de um fantoche: o anticristo; querem destruir a família nuclear, tradicional, cortando a cabeça do seu chefe, o homem, de modo a humilhá-lo e expô-lo ao ridículo.  É uma espécie de vingança luciferiana, pois Lúcifer, por inveja do homem (Adão), foi expulso do céu.  Decapitada a família, sujeita-se ao nocivo influxo político e ideológico do comunismo, especialmente os mais vulneráveis: jovens e mulheres.  Abolir a família!”, já dizia Marx.

A mulher é o sexo frágil, e sua fragilidade não é somente emocional, como é mais frágil espiritualmente, e menos detida à reflexão, razão pela qual não costumamos ver mulheres filósofas.  Assim, sucumbe mais facilmente à retórica, aos apelos emocionais, às tentações e, conseqüentemente, ao tropeço.  A prova primária disso é Eva, que primeiro veio a sucumbir ao pecado.  Não à toa, a Igreja Católica Romana proíbe mulheres em sua estrutura clerical, como também requer o celibato clerical como norma.  Corrompendo-se a mulher, corrompe-se mais facilmente o homem.  O satânico movimento feminista logrou cumprir isso no século passado para dissolver todos os valores fundamentais da família.

Maria, mãe de Deus, é um caso à parte.  Estava na plenitude da graça desde sua concepção e, portanto, de um manto protetor divino.  Como diz Santo Afonso Ligório em “Glórias de Maria”: “A plenitude da graça estava em Cristo como sendo nossa cabeça: estava em Maria por ser ela medianeira entre Cristo e nós tal como o pescoço transmite ao corpo a vida que vem da cabeça.”

A idéia da União Européia querer simplesmente ‘desmontar estereótipos’ é um pretexto mentiroso para se fazer lavagem cerebral através da perniciosa “ideologia de gênero”.  Segundo tal ideologia, os papéis masculinos e femininos que todos conhecemos não seriam herdados da natureza, mas seriam socialmente construídos, razão pela qual não podem continuar a ser propagados.  Segundo eles, homens brincam com carrinhos porque a cultura dominante assim os forjou.  Sob a mesma alegação absurda, as mulheres brincariam com bonecas.  Enfim, uma verdadeira loucura que visa destruir os fundamentos naturais da família tradicional.

O facínora Bento XVI, verdadeiro traidor da Igreja, não levanta sua voz contra este modelo satânico e opressor supranacional.  Pelo contrário, defendeu ano passado o ingresso da Croácia na satânica e soviética União Européia, em mais um gesto simbólico de apostasia.  Seria algo parecido a convocar os católicos a renderem culto ao panteão de deuses do Império Romano. Tirem suas conclusões vendo este pôster da União Européia!  Bento XVI quer que a Croácia renda culto a uma das prováveis bestas faladas no livro Apocalipse. E ainda há quem se engane dizendo que este boneco dos globalistas, apóstata, vigarista, falsário seja papa!

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Estudo demonstra pais gays mais propensos ao abuso sexual infantil


Os cabalistas estão usando os gays para minarem casamento heterossexual e família, um objeto de longo prazo de seu Manifesto Comunista.  Um estudo recente mostra quão perigoso é a paternidade do mesmo sexo.

por Reality (O noticiário do Real Women of Canada) Edição de Novembro

(Editado por henrymakow.com)

Crianças educadas por pais do mesmo sexo reportaram 3 a 12 vezes mais alta incidência de abuso sexual do que crianças vivendo com os pais biológicos.

Um estudo acadêmico de julho de 2012, revisado por especialistas no jornal Social Science Research, pelo Professor Mark Regnerus da Universidade do Texas, Austin, descobriu que:

• Filhos de mães lésbicas são aproximadamente 12 vezes mais propensos a dizer que foram tocadas sexualmente por um pai ou adulto do que aquelas educados em intactas famílias biológicas;

• 31% daqueles criados por mães lésbicas e 25% criados por pais homossexuais foram estuprados, comparados com 8% daqueles educados em intactas famílias biológicas;

• 90% das crianças educados em uma família normativa eram heterossexuais, enquanto 61% educados por uma mãe lésbica e 71% criados por um pai homossexual não eram;

Além disto, filhos criados por pais do mesmo sexo eram:

• Duas a quatro vezes mais propensos a estar em assistência pública;

• Mais de duas vezes mais propensas a ficarem desempregados;

• Duas vezes mais propensos a tentarem o suicídio;

• Mais propensos a procurarem tratamento de doença mental;

• Mais propensos a se engajarem em sexo não-casado;

• Em maior risco de pobreza, abuso de drogas e criminalidade.

DEFENSORES DOS HOMOSSEXUAIS FURIOSOS

Os defensores dos homossexuais ficaram furiosos a respeito deste estudo e como resultado lançaram um ataque debilitado.

Era imperativo para eles desacreditar esse estudo e destruir a credibilidade do Professor Regnerus.

Conseqüentemente, eles acusaram-no de má conduta científica e acadêmica, possível falsificação da pesquisa e desvio dos padrões éticos.

Por causa da crueldade desses ataques, a Universidade congregou um comitê de quatro pessoas aptas e contratou um expert de fora em “integridade de pesquisa” para conduzir uma investigação.

O Comitê concluiu que nenhuma das alegações contra o Professor Regnerus eram substanciadas, e que não houve má conduta de sua parte.

ACHADO ESSENCIAL NO ESTUDO DE REGNERUS

Crianças necessitam de estabilidade em suas vidas enquanto crescem.  Professor Regnerus descobriu que pais que têm relacionamentos do mesmo sexo eram menos aptos a exibir tal estabilidade.

Nesse estudo, crianças criadas por pais do mesmo sexo reportaram a mais alta incidência de viver em orfanatos, com avós ou vivendo em seus domínios antes dos 18 anos de idade.

Em efeito, menos de 2% daqueles com uma mãe em um relacionamento do mesmo sexo reportaram estar com ela por todos os 18 anos de sua infância e juventude.

A instabilidade das parcerias do mesmo sexo é tamanha que significantes gastos políticos, legais, sociais e econômicos para sustentar tais relacionamentos não pode ser justificados.  Nem deveriam as crianças ser utilizadas como instrumentos ou cobaias para além da questionável causa do “casamento” do mesmo sexo.

NOTA: MUITO EMBORA MAIS DA METADE DA POPULAÇÃO BRASILEIRA REJEITE AS UNIÕES DO MESMO SEXO, E UMA PARCELA AINDA MAIOR REJEITE A ADOÇÃO DE CRIANÇAS POR GAYS, O STF, DE MANEIRA ABSOLUTAMENTE ASSIMÉTRICA E DITATORIAL, EQUIPAROU POR UNANIMIDADE AS UNIÕES HOMOSSEXUAIS ÀS UNIÕES HETEROSSEXUAIS, ATRAVÉS DE INTERPRETAÇÃO ESDRÚXULA DA CONSTITUIÇÃO, ASSEGURANDO QUE OS RELACIONAMENTOS HOMOSSEXUAIS SÃO TÃO ESTÁVEIS E ACEITÁVEIS QUANTO OS RELACIONAMENTOS HETEROSSEXUAIS, TACHANDO A OPINIÃO ADVERSA COMO "PRECONCEITUOSA".

AS CONSEQÜENCIAS FUNESTAS DESSE ATO DITATORIAL DE NOSSA SUPREMA CORTE FOI A LEGITIMAÇÃO DAS ADOÇÕES POR PARES DE HOMOSSEXUAIS POR VIA OBLÍQUA, ESVAZIANDO O CONTEÚDO DO ART. 43 DO ECA, QUE DISPÕE QUE "A ADOÇÃO SERÁ DEFERIDA QUANDO APRESENTAR REAIS VANTAGENS AO ADOTANDO E FUNDAR-SE EM MOTIVOS LEGÍTIMOS".

POIS BEM,  O ESTUDO SUPRAMENCIONADO DESMONTA AS PREMISSAS ENGANOSAS DE ACORDO COM AS QUAIS A ADOÇÃO GAY SE REVELA COMO VANTAJOSA AOS ADOTANDOS, DEMONSTRANDO, MUITO PELO CONTRÁRIO, COMO ELA SE REVELA NOCIVA E PREJUDICIAL AOS SEUS INTERESSES.

COMO DE HÁBITO, OS ATIVISTAS GAYS BUSCAM DESTRUIR A REPUTAÇÃO DOS SEUS ADVERSÁRIOS.  O QUE FAZEM AGORA COM O PROFESSOR MARK REGNERUS FIZERAM ANTES COM O DR. PAUL CAMERON, LOGRANDO MANCHAR SUA REPUTAÇÃO, POSTERIORMENTE À APRESENTAÇÃO DE ESTUDOS QUE, GROSSO MODO, CHEGAM ÀS MESMAS CONCLUSÕES DESTE ESTUDO.
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